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Número de Empregados(*)

Por acreditar no potencial de crescimento do setor de óleo e gás no Brasil nos próximos anos, os negócios do Grupo Camargo Corrêa nesse segmento foram concentrados, em 2011, na Divisão Naval, passando a se reportar diretamente à holding Camargo Corrêa S.A.

O atual corpo de gestores da divisão tem por responsabilidade administrar as participações do Grupo Camargo Corrêa no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Ipojuca, no Estado de Pernambuco; na Quip, em Rio Grande, no Rio Grande do Sul; e na CCI Construções Offshore, em Ipojuca (PE), além de buscar novas oportunidades de negócio no setor.

A carteira de encomendas reunidas nesses empreendimentos, que totaliza US$ 10,2 bilhões, é composta de 22 navios-petroleiros, para a Transpetro; sete navios-sonda de perfuração para águas ultraprofundas, para a Sete Brasil, e três plataformas de produção de petróleo para a Petrobras.

Em 2011, com a saída da PJMR do capital do Estaleiro Atlântico Sul, as participações do Grupo Camargo Corrêa e da Queiroz Galvão Participações e Concessões na empresa aumentaram para 47%. Como fato subsequente, em março de 2012 os sócios nacionais do EAS, alinhados ao programa brasileiro de retomada da indústria naval, decidiram exercer opção de preferência para adquirir os 6% das ações em poder da Samsung Heavy Industries, passando a deter 50% cada no empreendimento.

A Quip continua apresentando bons resultados, consolidando sua expertise como empresa de EPC (Engineering, Procurement and Construction) especializada na construção de plataformas offshore.

Apesar dos resultados favoráveis da Quip, em razão das dificuldades enfrentadas pelo Estaleiro Atlântico Sul, a Divisão Naval registrou em 2011 receita líquida de R$ 609 milhões, com redução de 12,2% em relação a 2010. O EBITDA e o resultado líquido ficaram negativos em R$ 449 milhões e R$ 628 milhões, respectivamente.