anterior

Investimento
Consolidado
(R$ milhões)

Distribuição do Investimento

A desaceleração econômica de 2011 impactou o negócio de Engenharia e Construção, assim como a falta de mão de obra qualificada, além da apreciação do câmbio e a ainda baixa taxa de investimentos públicos, apesar dos avanços nos últimos anos.

Para fazer frente a esse quadro, a Camargo Corrêa buscou conduzir suas operações com a devida cautela e continuou a fazer importantes ajustes no seu portfólio de negócios. Nesse sentido, vendeu sua participação de 13% no capital votante na Usiminas S.A., alienou a totalidade da participação que detinha na Loga e na Cavo Serviços e Saneamento S.A. e promoveu ampla reestruturação da gestão dos negócios de Engenharia e Construção e de Incorporação. |GRI 2.9|

A geração de caixa do Grupo, medida pelo EBITDA, foi de R$ 2.138 milhões. As maiores contribuições foram da Divisão de Concessões de Energia (R$ 1.021 milhões) e do negócio Cimento (R$ 695 milhões), com evoluções de 7% e 12,8%, respectivamente, sobre 2010. Outro destaque foi registrado na Divisão de Concessões de Transportes, que apresentou evolução de 21,9% em comparação ao ano anterior, com EBITDA de R$ 499 milhões. Por outro lado, a Divisão Naval, que trilha a curva de aprendizado de um projeto novo e marco da retomada da indústria naval brasileira, registrou o maior impacto na geração de caixa (- R$ 449 milhões).

O resultado consolidado foi um lucro líquido de R$ 588 milhões (R$ 1.343 milhões em 2010). Parte significativa do resultado reflete